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Aconselhamento genético Provida: é possível saber se meu filho vai nascer com alguma doença?

Avaliação e planejamento podem ajudar os adultos a preparar para o futuro dos bebês e das famílias

Uma pergunta frequente entre as gestantes é saber se o filho pode nascer com alguma doença genética. Essa dúvida muito comum entre futuras mamães, a medicina atualmente pode ajudar a responder e a preparar o futuro das crianças e das famílias.

“Realizamos exames de rastreio que avaliam o risco de alterações genéticas e cromossômicas, como a síndrome de Down, entre outras tantas condições que podem indicar a presença de possíveis modificações. É importante entender que rastrear não é o mesmo que diagnosticar. Os exames são para identificar a probabilidade de uma condição estar presente e se necessário, indicar a realização de exames complementares para ter uma confirmação”, explica a geneticista do Complexo Médico Provida, Dra. Luise Longo Angeloni.

Ter essa atenção, mesmo antes da gravidez, a doutora ressalta que ajuda a compreender os riscos e permite um planejamento reprodutivo mais seguro.

“A genética é a ciência da área biológica, que estuda a hereditariedade, os genes e a variação dos organismos. Ela não é uma especialidade para gerar ansiedade, medo, mas sim conhecimento. Quanto mais informações temos, melhores são as decisões durante o planejamento familiar e o acompanhamento da gravidez”, destaca.

Problemas genéticos

Alterações genéticas são causadas por anomalias em um ou mais genes ou cromossomos, algumas delas podem ser hereditárias e outras espontâneas.

“Doenças genéticas hereditárias são passadas de uma geração para outra, já as doenças espontâneas, ocorrem quando o material genético é danificado por acaso ou pelo uso de medicamentos, de produtos químicos ou uso de outras substâncias prejudiciais. O ideal é procurar um especialista antes mesmo da gravidez, porque os fatores de risco podem ser idade avançada da mulher ou do homem, histórico familiar de anomalias genéticas, uma anomalia cromossômica em um dos futuros pais, já ter ocorrido um aborto espontâneo ou natimorto anterior, ou até mesmo ter um filho anterior que apresenta uma alteração congênita”, alerta Dra. Luise.

Dra. Luise Longo Angeloni – Geneticista

CRM-SC 23.798 RQE 27.298

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