Símbolo da família Souza, deixado pelo fundador do Provida ao filho e aos netos
Ser médico vai muito além de uma profissão, é uma vocação que atravessa gerações, um compromisso com a vida que muitas vezes nasce dentro de casa, ao acompanhar o exemplo de quem dedicou sua trajetória ao cuidado com o outro.
No Dia do Médico, 18/10, celebramos não apenas o exercício da medicina, mas também as histórias que mostram como o amor por essa missão pode ser herdado, cultivado e multiplicado. Em muitas famílias, o jaleco branco é um símbolo de orgulho, exemplo e continuidade.
Foi assim com um dos fundadores do Complexo Médico Provida, Dr. Jaime César Souza, falecido em janeiro de 2016, que por mais 40 anos exerceu a profissão de cirurgião do aparelho digestivo, seu filho, Dr. Jaime César Gelosa Souza, também cirurgião do aparelho digestivo, que ainda criança decidiu seguir os mesmos passos do pai e atualmente, com seu filho, Jaime Faust Gelosa Souza, de 19 anos e a sobrinha Sofia Gelosa Souza Bittencourt, de 18 anos, que estudam medicina.
“Desde pequeno eu via meu pai chegar em casa depois de um plantão e percebia o brilho no olhar dele ao falar com carinho dos pacientes e dos desafios da profissão. Isso me inspirou a querer fazer o mesmo, a dedicar meu futuro em cuidar da saúde das pessoas”, lembra, Dr. Jaime.
Terceira geração
Hoje, o neto Jaime divide mais do que o mesmo sobrenome, compartilha a mesma paixão e o mesmo compromisso com o cuidado humano.

“ Escolhi medicina porque é um legado da minha família que pretendo continuar, além de ser uma profissão muito nobre. Cresci nesse ambiente de vocação por ajudar ao próximo. Em relação à especialidade, tudo me leva a pensar que siga o mesmo caminho dos dois, mas como ainda estou somente no quarto semestre, tenho muita coisa ainda a estudar. Se meus olhos brilharem para outra especialidade, então, seguirei por outros rumos”, conta o estudante.
Para Sofia, estudante do primeiro ano de medicina, a escolha vai além do histórico familiar, a vocação por ajudar ao próximo também ajudou na decisão.
“Escolhi a medicina muito cedo. Minha vida inteira tive essa vontade, principalmente de ajudar, que é a minha maior motivação. Já na faculdade estou realizando e acompanhando atendimentos e levar alívio e conforto para os pacientes é muito mais que gratificante. Obviamente que a influência de meu avô e do meu dindo foi muito grande também, ver como eles gostam do que fazem e como humanizam a medicina é muito inspirador e com certeza me ajudou nessa escolha”, conta a neta.