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Pedra na vesícula: você sabe identificar os sinais?

Dr. Darlan aborda os principais sintomas e quando é importante buscar avaliação médica

Dor do lado direito do abdômen, enjoo após as refeições mais gordurosas, será que esses sinais são somente má digestão?

A presença de cálculos na vesícula biliar é uma condição comum que pode passar despercebida por muito tempo, até que os sintomas apareçam de forma intensa. O alerta é do cirurgião do aparelho digestivo do Complexo Médico Provida, Dr. Darlan Kestering, que chama atenção para os sinais que o corpo apresenta e que não devem ser ignorados.

“A colelitíase também conhecida como pedra na vesícula, é um problema de saúde bastante comum e pode afetar até 20% da população adulta, especialmente mulheres e pessoas acima dos 40 anos”, destaca o cirurgião.

Mudanças no estilo de vida, alimentação rica em gorduras, obesidade, emagrecimento rápido, inclusive quando associado ao uso de novas medicações para perda de peso, estão entre os fatores que contribuem para o aumento de casos.

“Pedra na vesícula acontece quando se formam cálculos dentro da vesícula biliar, órgão que auxilia na digestão das gorduras. Para o diagnóstico, além de exames físicos e uma ultrassonografia, podem ser necessários também a realização de exames complementares como de sangue para avaliar a inflação e a função hepática, entre outros de imagem mais detalhados, como a colangiorressonância, que ajuda a avaliar a anatomia do sistema biliar ( canais que transportam a bile do fígado) e orientar a conduta mais adequada para cada paciente”, explica Dr. Darlan.

Quando há sintomas, a indicação médica mais comum é a realização de uma cirurgia para retirada da vesícula. Procedimento seguro e realizado, na maioria das vezes, por videolaparoscopia, com rápida recuperação.

“Identificar o cálculo na vesícula é fundamental para evitar complicações, como inflamações, infecções e crises de dores recorrentes, permitindo um tratamento mais seguro, no momento certo e com foco na preservação da saúde e da qualidade de vida. Ficar atento aos sinais do corpo pode fazer toda a diferença. Ao menor sintoma suspeito, procure avaliação médica para diagnóstico precoce e tratamento adequado”, completa.

Dr. Darlan de Medeiros Kestering – CRM 6729 RQE 7593

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