Notícias

Home 5 Informações 5 Tratamento psiquiátrico: por que dar continuidade é essencial?

Tratamento psiquiátrico: por que dar continuidade é essencial?

Setembro Amarelo: Dra. Elisa explica a importância da continuidade do tratamento psiquiátrico

O Setembro Amarelo, mês da campanha de conscientização sobre a importância da prevenção do suicídio, é também o período de atenção à saúde mental. Neste contexto, a psiquiatra do Complexo Médico Provida, Dra. Elisa Oenning, ressalta aos pacientes psiquiátricos sobre a importância da continuidade do tratamento e os riscos de suspender o tratamento, o que pode levar a comprometer os avanços já alcançados e dificultar o controle dos sintomas.

“Interromper bruscamente um tratamento, medicação psiquiátrica, sem a orientação do médico responsável, é sempre perigoso e desaconselhado”, alerta a psiquiatra do Complexo Médico Provida, Dra. Elisa Oenning.

Os medicamentos prescritos pelos psiquiatras são indicados para tratar transtornos mentais, alterando emoções, comportamentos e percepções. Remédios que o cérebro tende a adaptar, que promovem mudanças neurofisiológicas, conforme a dosagem, frequência e indicação.

“A interrupção abrupta dos medicamentos psiquiátricos, que podem ser antidepressivos, ansiolíticos e antipsicóticos, pode ocasionar diversos sintomas de descontinuação, como: tontura; náuseas; vômitos; cefaleia; sensação de vazio; calafrios; irritação; insônia; agitação; alterações de humor e etc. Quando essa parada for com medicamentos como benzodiazepínicos e anticonvulsivantes, as reações podem ser ainda mais severas, com a ocorrência de tremores, sudoreses, aumento da frequência cardíacas e da pressão arterial, alucinações, confusão mental, crises convulsivas e até risco de morte, entre outras”, explica a médica.

Fases do tratamento

O tratamento psiquiátrico é dividido em três fases: aguda, continuidade e manutenção. Sequência que deve sempre ser orientada pelo psiquiatra responsável.

“Interromper ou retirar determinado medicamento no tratamento pode causar prejuízos físicos e psíquicos, além da volta precoce dos sintomas, recaídas, recorrência da doença ou agravar o quadro clínico anterior. Se o paciente tiver qualquer dúvida deve sempre procurar saná-las com seu psiquiatra. O objetivo do tratamento é curar o paciente, ou pelo menos, aliviar seu sofrimento e melhorar sua qualidade de vida”, completa.

Dra. Elisa Oenning – Psiquiatra – CRM 19567 RQE 15875

Corpo
Clínico

DIRETORIA

NOSSA
ESTRUTURA