A estomatologista, Dra. Greicy, destaca que a saliva tem a resposta
Os dispositivos para fumar (DEF), o vape, principalmente, são também conhecidos como cigarros eletrônicos, pod,e-cigarette, e-ciggy, e-pipe, e-cigar, heat not burn (tabaco aquecido) e etc, foram criados, conforme inicialmente foi considerado, menos nocivo a saúde. Com base em pesquisas e registros, eles se mostraram ainda mais prejudiciais a saúde pública. Produto que mesmo sendo proibido sua comercialização, ainda é muito acessível, principalmente aos jovens e adolescentes. Um perigo que causa uma série de problemas, não somente ao pulmão, mas também diretamente na região bucal.
“Muita gente acha que o vape só atinge o aparelho respiratório. Ele também prejudica e muito a sua boca. Um estudo brasileiro publicado no International Journal of Molecular Science analisou a saliva de usuários de vape, o que demostrou que este reduz o fluxo salivar, causa baixa viscosidade na saliva, alta concentração de nicotina e monóxido de carbono, inflamação aumentada e risco de desenvolver doenças gengivais, entre outras patologias”, explica a estomatologista da Provida Odontologia do Complexo Médico Provida, Dra. Greicy Kniest.
A odontóloga reforça que os cigarros eletrônicos devem ser evitados. Sua nocividade é encontrada frequentemente nos pacientes que fazem avaliações bucais.
“O vape não é inofensivo, ele afeta diretamente a parte bucal. Procure um profissional que possa avaliar a sua saúde bucal e não fume. Preserve a sua qualidade de vida”, completa.

Dra. Greicy Kniest – CRO/SC 7183